Cerveja, sentada de frente a TV, vendo pornô barato. Fumando um cigarro, grávida do 6o filho de um homem que não lembro o rosto.
Oooh vidona boa. Umas doses muito fortes, umas frases muito loucas, um homem muito fértio... Filhos perdidos no meio do deserto. Talvez um telefonema ou dois, até o terceiro talvez se conseguisse me mexer. Pernas duras, frias, manchadas e secas. Um mês sem dormir. O primeiro dia sem viver.
Poderia até escrever mais se não fosse o meu fim. Uma cerveja e um gim. Balas, remédios e estranhos, num caminho fainho, pessoas andam, cantam e jantam o Blues com uma taça de ritmo, um tal de Cabral que descobriu. E nos elefantes que vou montar e matar o povo em pé com algo que nunca viram... E nem veram mais. Já se passaram um minuto e dez segundos que estou com a cabeça nessa tina de água, matando meu espirito. Vou ficando embaçada.... cansada... fria... morta.
Um comentário:
Eu.
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