Um dia você vai perceber que eu estou aqui.
E que eu não estava te esperando.
Eu apenas não estava vivendo; Qual é o meu problema? Eu, você... Nós? Não existimos juntos. Não existimos, apenas somos princepes e princesas, donos de uma cadeira vazia... Nossos corações. Pra mim, a palavra sentimento não tem significado, a estranha sou eu, você pode ser quem quiser, e nós, já disse, não existimos.
Como, como, como será possivel? Enjoei de você tão rápido? Perdi meus sonhos ao vento? A esperança seria a coisa mais malígna da caixa de Pandora?
Posso não ser boa, mas não sou má em ser ruim. Posso não gostar de nada, mas tenho meus motivos. Você seria o único. Eu dei a chance.
Mas não te esperei.
E não me arrependo.
Então, acabe com a sua revolução, acabe, esqueça. Pegue seu carro e digira longe. Não, ela não virá.
Eu acabei de dar um fim nela.
Desculpe, não tenho tempo, tenho que lavar as mãos.
O telhado estava refletindo sua burrice. Como em tão pouco tempo fiquei tão má? Você fica sem graça quando eu rimo palavras, asneiras. Te dou pequenas rateiras pelo seu jeito de pensar. Te compro, te pago. Eu aboli as regras, eu aboli. Eu fiz ebolição dos sentimentos que tinha, as paginas estão virando sozinhas? Porque eu não estou recebendo para virá-las. Vire-as por você, me dê um tempo. Se não, eu faço de novo. Eu nasci assim. Apenas peguei o jeito agora.
E aí, vai encarar?
Eu posso muito bem te possuir.
Em forma de textos, te trair,
pois vejo seu fogo saindo,
e na vinda,
te matarei dormindo.
Por isso acabe com o meu vinho, me torne apenas... Eu.
E que seja assim a vida toda.
Até morrer. Eu e você.
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